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quarta-feira, 16 de março de 2011

A força da natureza

Ocorrem mais desastres naturais hoje em dia? Ou o que acontece é uma “tsunami de informações”? Afinal, como um dos países mais desenvolvidos do mundo pode curvar-se, do dia para a noite, diante da força da natureza?

Música e Informação

Partindo do preceito básico que tudo que o cérebro capta através dos sentidos básicos (visão, paladar, tato, audição e ofalto) é retido como informação, tanto para identificação instantânea ou para referência futura, é correto afirmar que música é informação. De acordo com o neurólogo J. Staliotto, os componentes musicais – isto é: melodia, harmonia e ritmo – ativam zonas diferentes do cérebro ao mesmo tempo e isso reforça o caráter “informativo” da música. Ora, sabemos ou não quando uma música é animada, triste, dançável ou romântica pela melodia. Estudiosos de Teoria Musical afirmam que determinados grupos de notas músicais fazem o cérebro reconhecer os atributos melódicos. Isso é reforçado, na maioria das vezes pelo ritmo: Uma música mais lenta geralmente é reconhecida como “baladinha”, algo mais romântico ou depressivo. E a harmonia? Atribuí-se à harmonia a parte lírica da música, ou seja, os vocais. As  letras, por si só, são informações à parte que (como o nome implica) se interlaçam com harmonia aos outros dois fatores.
           
Que música é informação, no sentido cognitivo, isso já não há dúvida. A pergunta é: Será possível informar, no sentido literato/jornalismo, através da música?